Coisas em comum entre aviões e redes sociais
Estava num vôo de Buenos Aires para os Estados Unidos, lendo o The New York Times (de onde aliás tirei algumas estatísticas para este post), quando resolvi dividir com vocês, caros leitores, algumas novidades sobre redes sociais e… aviões!
Há algum tempo atrás – e não muito distante – era muito bom poder socializar nos lounges de aeroportos. Isso continua sendo possível, mas agora isto pode acontecer digitalmente e também durante um vôo.

Um bom número de passageiros que voa com freqüência já está usando seus telefones celulares para criar uma rede informal de viajantes. Um exemplo é o FlyerTalk.com, que criou aplicativos (adivinhem? Um GPS embutido!) que possibilitam a seus membros encontrar uns aos outros durante uma viagem, dividir táxis para o aeroporto, pedir ajuda e obter dicas locais ou simplesmente localizar um colega que esteja na mesma cidade.
Cada vez mais, um número maior de aeroportos e companhias aéreas (estas últimas, fora do Brasil, por enquanto) oferece redes Wi-Fi nos aeroportos e nos próprios vôos. Uma pesquisa feita recentemente pelo AIC (Airports Council International) com os 84 maiores aeroportos do mundo mostrou que 96% deles oferecem conexões Wi-Fi e 73% possibilitam conexões entre seus terminais. Dos que oferecem o serviço, 45% o fazem gratuitamente e o restante cobra cerca de US$8 por uma hora de acesso à rede. Mais de 10 companhias aéreas na América do Norte, como American Airlines, Delta e Southwest estão provendo acesso à Internet em seus aviões e outras companhias como a Lufthansa estão se preparando para oferecer a nova tecnologia para conectar seus passageiros em vôos transoceânicos. A Emirates já tem testado chamadas a 10 mil pés, mas isso continua proibido na grande maioria dos vôos e companhias aéreas. Sem dúvida isto é uma oportunidade de receita para as companhias aéreas, que nos Estados Unidos costumam cobrar entre US$5 e US$13 pela conexão Wi-Fi durante os vôos, e oportunidade também para as redes sociais e os desenvolvedores de aplicativos.
Só para se ter uma idéia do potencial, até o final de 2010, aproximadamente 1.200 rotas aéreas comerciais nos Estados Unidos vão oferecer Wi-Fi para seus passageiros. Se falamos comumente aqui no blog sobre tecnologia volátil, eis um exemplo claro, porque esta realidade era totalmente diferente até o ano passado.
E como os passageiros estão aderindo ao novo serviço? De acordo com a Virgin America, que capacitou toda sua frota com Internet, metade dos seus passageiros traz seus laptops a bordo e entre 17 e 20% deles permanecem online o tempo todo! Em vôos mais longos, 1/3 dos passageiros permanece conectado. Sim, caros leitores, em breve não estaremos mais livres do email chegando a toda hora no velho refúgio aeronáutico! E as possibilidades são infinitas, porque a própria Lufthansa consultou a FlyerTalk.com para desenvolver seu próprio produto digital, antes de oferecê-lo a seus passageiros. Vale a pena checar o FlyerTalk.com e descobrir por si mesmo como isto funciona. A Virgin America também está oferecendo um serviço chamado seat-to-seat messaging que, como o nome diz, possibilita a troca de mensagens a partir dos monitores individuais dos assentos.
A Internet a bordo é algo bacana e benéfico tanto para as companhias quanto para os passageiros. A própria Virgin comentou um caso de que um passageiro havia reclamado,durante um vôo, sobre a má qualidade do seu sanduíche, enviando um email para a ouvidoria da companhia. O pessoal em terra recebeu a mensagem e imediatamente enviou uma mensagem de volta para o avião, para que fosse oferecido ao passageiro uma segunda opção de refeição ou um substituto para o sanduíche em questão. Claro que o efeito negativo ao se lançar nas redes sociais também pode acontecer, especialmente em casos de má qualidade de atendimento, atrasos ou problemas técnicos durante o vôo.
Há algum tempo atrás – e não muito distante – era muito bom poder socializar nos lounges de aeroportos. Isso continua sendo possível, mas agora isto pode acontecer digitalmente e também durante um vôo.

Um bom número de passageiros que voa com freqüência já está usando seus telefones celulares para criar uma rede informal de viajantes. Um exemplo é o FlyerTalk.com, que criou aplicativos (adivinhem? Um GPS embutido!) que possibilitam a seus membros encontrar uns aos outros durante uma viagem, dividir táxis para o aeroporto, pedir ajuda e obter dicas locais ou simplesmente localizar um colega que esteja na mesma cidade.
Cada vez mais, um número maior de aeroportos e companhias aéreas (estas últimas, fora do Brasil, por enquanto) oferece redes Wi-Fi nos aeroportos e nos próprios vôos. Uma pesquisa feita recentemente pelo AIC (Airports Council International) com os 84 maiores aeroportos do mundo mostrou que 96% deles oferecem conexões Wi-Fi e 73% possibilitam conexões entre seus terminais. Dos que oferecem o serviço, 45% o fazem gratuitamente e o restante cobra cerca de US$8 por uma hora de acesso à rede. Mais de 10 companhias aéreas na América do Norte, como American Airlines, Delta e Southwest estão provendo acesso à Internet em seus aviões e outras companhias como a Lufthansa estão se preparando para oferecer a nova tecnologia para conectar seus passageiros em vôos transoceânicos. A Emirates já tem testado chamadas a 10 mil pés, mas isso continua proibido na grande maioria dos vôos e companhias aéreas. Sem dúvida isto é uma oportunidade de receita para as companhias aéreas, que nos Estados Unidos costumam cobrar entre US$5 e US$13 pela conexão Wi-Fi durante os vôos, e oportunidade também para as redes sociais e os desenvolvedores de aplicativos.
Só para se ter uma idéia do potencial, até o final de 2010, aproximadamente 1.200 rotas aéreas comerciais nos Estados Unidos vão oferecer Wi-Fi para seus passageiros. Se falamos comumente aqui no blog sobre tecnologia volátil, eis um exemplo claro, porque esta realidade era totalmente diferente até o ano passado.
E como os passageiros estão aderindo ao novo serviço? De acordo com a Virgin America, que capacitou toda sua frota com Internet, metade dos seus passageiros traz seus laptops a bordo e entre 17 e 20% deles permanecem online o tempo todo! Em vôos mais longos, 1/3 dos passageiros permanece conectado. Sim, caros leitores, em breve não estaremos mais livres do email chegando a toda hora no velho refúgio aeronáutico! E as possibilidades são infinitas, porque a própria Lufthansa consultou a FlyerTalk.com para desenvolver seu próprio produto digital, antes de oferecê-lo a seus passageiros. Vale a pena checar o FlyerTalk.com e descobrir por si mesmo como isto funciona. A Virgin America também está oferecendo um serviço chamado seat-to-seat messaging que, como o nome diz, possibilita a troca de mensagens a partir dos monitores individuais dos assentos.
A Internet a bordo é algo bacana e benéfico tanto para as companhias quanto para os passageiros. A própria Virgin comentou um caso de que um passageiro havia reclamado,durante um vôo, sobre a má qualidade do seu sanduíche, enviando um email para a ouvidoria da companhia. O pessoal em terra recebeu a mensagem e imediatamente enviou uma mensagem de volta para o avião, para que fosse oferecido ao passageiro uma segunda opção de refeição ou um substituto para o sanduíche em questão. Claro que o efeito negativo ao se lançar nas redes sociais também pode acontecer, especialmente em casos de má qualidade de atendimento, atrasos ou problemas técnicos durante o vôo.
Até imagino que, em breve, a explicação de segurança poderia ficar assim: “…esta aeronave está equipada com duas saídas à direita e cabos de conexão ao lado do seu assento. Para utilizar a conexão Wi-Fi, por favor, solicite à tripulação. Em caso de despressurização de cabine, sua conexão com a Internet será automaticamente interrompida”.
Se bem que, nestes casos, a última coisa que você vai pensar em usar, de fato, será a Internet! Boa-viagem!
Por Edmar Bulla, blog Sulfúrico.
*Imagem: reprodução














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