terça-feira, 26 de janeiro de 2010

Pesquisa norte americana revela que calçados fisiológicos lideram as vendas do setor no país


Por Ary Filgueiras
Divulgada recentemente no portal Yahoo, pesquisa realizada nos Estados Unidos pelo grupo NPD revela a preferência do consumidor norte americano por comprar calçados fisiológicos, ou seja, que simulam o andar descalço em terrenos irregulares, ativando, assim, os pequenos músculos do corpo todo.


Nos Estados Unidos a pioneira na produção desta categoria de calçados é a MBT, e os modelos são, em sua maioria, direcionados para mulheres, pois prometem tonificar e modelar músculos, além de aliviar dores nas costas.

Aqui no Brasil esta categoria de calçados também já está disponível. A primeira empresa a desenvolvê-la foi a Calçados Bibi, de Parobé/RS. Desde outubro de 2008 a marca oferece ao público infantil sapatinhos com o conceito fisiológico que, neste caso, não interfere no desenvolvimento saudável dos pezinhos.

Assim como a MBT, a Bibi promoveu estudos com médicos especialistas em ortopedia e pediatria, o que originou a tecnologia Fisioflex Bibi, que permite o crescimento saudável dos pés das crianças de zero a doze anos. Sua palmilha exclusiva simula o contato com todos os estímulos da natureza, proporcionando a sensação de pés descalços, tem sistema inovador de absorção de impacto, transpiração e distribuição da pressão plantar nos pontos de apoio, o que ajuda no desenvolvimento correto dos pés.

Na época do lançamento estes produtos representavam apenas 25% das linhas da marca, e hoje na coleção outono-inverno 2010, já representam 100%.
Segundo Marlin Kohlrausch, presidente da Bibi, o consumidor brasileiro está mais exigente e opta por produtos que tragam benefício a saúde dos seus filhos. O reflexo destas pesquisas realizadas pelas duas empresas é sentido nas vendas.

Nos EUA o calçado fisiológico atingiu 25% da preferência, enquanto os pares sem esta função viram seus números caírem 12%. Por aqui, não é diferente. Os calçados fisiológicos lideram as vendas da Bibi e prometem alavancar o crescimento da empresa que, em 2010, deve chegar a 23% com relação a 2009, movimento, justificado por Kohlrausch, puxado pelos calçados fisiológicos.


A previsão da Bibi é comercializar 1,5 milhão de pares no primeiro semestre e fechar o ano com 3,2 milhões no total, chegando a um faturamento estimado na ordem de R$ 115 milhões.

Para ler a matéria no portal Yahoo acesse: http://br.noticias.yahoo.com/s/12012010/24/economia-negocios-venda-dos-calcados-fisiologicos.html

sexta-feira, 22 de janeiro de 2010

Bibi na Couromoda 2010

Um espaço lúdico e ao mesmo tempo conceitual. Esta foi a proposta da Calçados Bibi ao criar o seu estande na Couromoda 2010.

Do lado de fora o ambiente chamava a atenção pelas cores. A base em madeira clara foi decorada de forma divertida com os Biboxes, bonecos inspirados na toy art que estarão impressos nas caixas de sapatos da marca.

Por dentro, grama artificial, pedras e nuvens de algodão representavam todos os estímulos que as crianças têm ao calçarem um sapato com a tecnologia Fisioflex Bibi. O espaço foi dividido em três ambientes: um para as meninas, um para os meninos, com foco no tênis Apolo-X e um para explicar os benefícios e características da tecnologia Fisioflex Bibi.

Segundo a gerente de marketing da Bibi, Camila Kohlrausch, o projeto visa proporcionar aos clientes uma experiência com o universo lúdico infantil dos seus consumidores. Além disso, enfatiza os três temas guias da coleção: emocionar, desejar e admirar.

Confira a galeria de imagens abaixo.

quarta-feira, 13 de janeiro de 2010

Elegance marca presença em Viver a Vida

As lingeries da Elegance foram destaque no capítulo de ontem, dia 12/01, da novela Viver a Vida, apresentada no horário nobre da Rede Globo.



Na cena, Betina, vivida por Letícia Spiller, tirou o vestido e revelou as peças do Momento Fiesta, coleção Riviera. O conjunto de calcinha e soutien na cor pacífico formaram a combinação perfeita com os olhos claros da atriz.



Perdeu o capítulo? Então confira o vídeo abaixo:







sexta-feira, 8 de janeiro de 2010

É a hora do Branded Content

Por: Ary Filgueiras

Quando me decidi pela profissão de jornalista, uma das razões preponderante foi o conteúdo. Conteúdo para mim sempre teve muito valor, em todos os sentidos. Trabalhar com ele então me fascina até então. Hoje, felizmente, o conteúdo é também valorizado nas relações de consumo e a sua importância ganha mais espaço nos investimentos das marcas.

Em uma das minhas pesquisas na web sobre Branded Content, que é o conceito de conteúdo agregado à marca, encontrei no blog do analista de tendências, Gabriel Jacob, o Advertido, uma matéria muito interessante, que sinaliza este movimento, e resolvi publicar aqui no meu blog.

Branded Content: Por que é a prática do futuro?

Entendemos por Branded Content a prática por vincular conteúdos a uma marca (e vice-versa). Uma forma sutil e criativa de cultivar laços entre uma marca e o consumidor.

Não é nenhum segredo que, com a evolução digital, muitas marcas aproveitaram o espaço livre e democrático da internet para espalhar a sua mensagem, dar conselhos e até mesmo medir a reação dos consumidores. Mas em 2009 foi feito ainda mais com Branded Content. Vimos vários exemplos aqui no ADivertido, e segundo o último relatório do Custom Publishing Council (CPC), os gastos com Branded Content duplicaram em 2009.
Falando de Estados Unidos, o gasto total com Branded Content foi, em média, US$ 1,8 milhões por empresa. Pouco mais da metade (51%) foi investido em publicações impressas, 27% em internet e quase 1/4 (22%) em televisão e rádio. A estimativa é que, em 2010, quase 60% das marcas devem duplicar os números de 2009.

O estudo também constatou que:
• 61% das marcas acreditam que o Branded Content é “mais eficaz” que a mala direta.
• Um pouco mais da metade (54%) usam o Branded Content para educar os consumidores.
• As marcas destinaram quase um terço (32%) dos orçamentos em Branded Content.
• 24% pretendem aumentar os gastos de conteúdo de marca em 2010.
• 78% dos entrevistados relataram que o Branded Content é mais eficaz do que a própria publicidade.

Estes dados mostram um crescimento substancial desta disciplina. Por quê? Você só precisa refletir sobre o comportamento do consumidor de hoje e entender que ele não quer mais ser incomodado com mensagens interruptivas, por isso opta por um conteúdo mais pertinente e que, em muitas vezes, pode ser assinado por alguma marca. Só depende da agência e do anunciante na hora de interpretar no briefing a demanda por algum tipo de conteúdo capaz de reter a atenção do target. No mais, a criatividade continua sendo o maior e principal ingrediente.

Sendo assim, vou continuar monitorando aquilo que virá com tudo em 2010.

:: Com fonte do BizReport e MediaPost

terça-feira, 1 de dezembro de 2009

Lingerie para arrasar no final do ano

Para você, blogueira que recebeu um convite pelo Twitter para conhecer a loja da Elegance se liga nessa: a marca vai te presentar com um brinde especial!
Para receber este mimo basta você enviar para o email businesspress@businesspress.com.br as seguintes informações:

-Nome completo
-Tamanho da lingerie
-Print screen do convite no Twitter

Assim que os dados forem recebidos enviaremos um aviso informando como retirar o seu presente.

Te apressa guria, o prazo para o envio do email acaba no dia 11/12!

segunda-feira, 23 de novembro de 2009

A inevitável moda

Por Ary Filgueiras

Sempre fui fascinado pela contracultura, mesmo em momentos de minha vida quando fui adepto a alguns dos ditames da moda.




A idéia da necessidade de inclusão social, imposta por algumas atitudes e hábitos padrões, criadas por alguém e incorporadas por um grupo, sempre me causava repugnação. Para mim o seu melhor diagnóstico, soava na falta de personalidade, mas este comportamento social é extremamente natural, humano e compreensível. A necessidade de ser aceito é provocada pela socialização. E tudo o que provoca a movimentação do inconsciente coletivo numa mesma direção, nós chamamos de moda. É aquilo que pega, que alguns lançam, a maioria ou supostamente todos seguem, é o que representa a inclusão.




E esta ditadura da moda nos pega de forma subliminar, às vezes arquitetada às vezes não. Simplesmente acontece. E isso ocorre desde o momento em que observamos nossos pais e parentes e tentamos inconscientemente imitá-los, copiá-los, fazer parte da família. É a nossa referência, que balisa a nossa tendência e sedimenta nossa cultura. Muito complexo, mas igualmente fascinante ao movimento contracultura. Na sua tentativa de negar tudo isso, gera novos seguidores. A moda é inevitável.




A referência dos pais somada a dos grupos e ídolos nos tendenciam. Pronto, somos fisgados logo cedo. Roupas, consumo, gostos, atitudes, escolhas, manias, traumas e vícios. Dizem alguns pedagogos que o processo começa assim com uma infinidade de informações referenciais até o momento de nossa adolescência, quando questionamos tudo para decidirmos nas fases seguintes qual a melhor caminho para nós, o mais independente, a escolha própria...e seja qual for a que sigamos, lá estão os malditos hábitos e comportamentos padrões modais no meio do caminho nos esperando.




A busca pela originalidade é então uma postura adolescente? Devemos assim interpretar? Para os covardes sim, e todos nós somos quando não temos coragem de mudar. Transgressora ela torna-se então para o inconsciente coletivo ridícula e patética, principalmente quando influenciada por este sentimento juvenil de imunidade a força da moda. Ela é inevitável.

Repito, a moda é o que pega, mesmo que não seja aquilo que você gostaria que pegasse ou não. E torna-se sublime quando decide-se por qual seguir, mas é inevitável que terás de seguir uma, mesmo a da contracultura, a da negação, a da suposta originalidade. O mundo contemporâneo amadurecido alerta-nos: - o valor está na capacidade de reaproveitar, reciclar e transformar o mundo. É um leão por dia, pode apostar. O caminho diferenciado, original e da transformação não é o mais fácil, por isso tão valoroso.



Estou aqui escrevendo o meu blog que é uma coisa que tornou-se moda também. todo mundo tem um blog agora, e os blogs escrevem e expressam o que querem. Não deixa de ser uma influência esta onda de blogs. A questão é ser original fazendo a escolha, mesmo que não tenha partido de você, e transformá-la.




A moda é inevitável...Forget about it

sexta-feira, 20 de novembro de 2009

Um sapato, um novo look

Mulheres adoram sapatos.
Disso ninguém duvida.
Agora, já pensou em montar um look a partir de um par de calçados?
Parece estranho, mas escolher o sapato antes do resto da roupa é mais normal do que se imagina.
Aproveitando esta situação a Studio TMLS convidou seis meninas para fazer uma produção com peças dos seus guarda-roupas partindo de calçados da coleção outono-inverno da marca.

Confira a matéria clicando aqui!

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