quarta-feira, 8 de setembro de 2010

small company, BIG impact




Nos anos 60 a humanidade passou por transformações radicais que influenciaram até os setores mais conservadores da sociedade.
Então quatro jovens cabeludos que compreendiam o que estava acontecendo se uniram para dizer o que pensavam através da música e entrar para a história.
Hoje o mundo mudou radicalmente de novo. Os relacionamentos pessoais não atingem somente pessoas. Eles são fundamentais também na vida das empresas, marcas e produtos. E de uma forma muito mais complexa e mais rápida do que jamais foi possível, através das novas tecnologias.

Marketing 3.0, mídia impressa, merchandising, mídia eletrônica, no mídia, eventos, mídia externa, promoção, mídia espontânea, marketing digital, pdv, WEB 2.0, mídia segmentada, brand content, SEO, Groundswell, presença online, mídias sociais, relações públicas de marketing, redes sociais, social games ...

Se estes conceitos soam caóticos para você, clique aqui e entenda como tudo pode ser muito simples.

sexta-feira, 6 de agosto de 2010

Roupa de segunda mão move moda consciente

Impactos da indústria da fast fashion, como exploração de trabalho infantil em países pobres, faz consumidores buscarem vestimentas em brechós

Os impactos ambientais e sociais da cadeia produtiva da moda estão levando consumidores a buscar no consumo de roupas e outros artigos de segunda mão um aliado para exercer um comportamento de compra sustentável.

Fora do Brasil, o movimento ganhou força na Europa e nos Estados Unidos, movido pela crise financeira e reforçado pelo aumento da conscientização em relação à sustentabilidade - já que roupas e utensílios usados não demandam novos recursos naturais e energia para serem produzidos. Além disso, crescem os questionamentos de consumidores em relação às práticas trabalhistas da indústria têxtil: muitas empresas terceirizam sua produção para países onde as normas trabalhistas são mais frágeis, como China, Índia e Paquistão.


Esse questionamento ficou mais acentuado na última década, com o fenômeno da fast fashion - moda rápida, alusão à fast food, comida rápida. Nesse sistema, utilizado por redes do mundo todo, o espaço entre o desenho, a produção e a comercialização das peças é curtíssimo e mercadorias novas chegam às lojas todas as semanas, a preços acessíveis. No Brasil, redes como Zara, C&A, Renner e Marisa são expoentes da tendência. Mas muitos consumidores começam a criticar esse modelo, que estimula o consumo e o descarte de roupas.


"Os impactos da indústria da moda estão chegando ao conhecimento dos consumidores, que não querem compactuar com o uso excessivo de agrotóxicos na produção de algodão ou com o trabalho infantil na Ásia. Para essas pessoas, comprar roupas em brechós ou em lojas de segunda mão é uma solução possível", explica a antropóloga Ligia Krás, analista de tendências da empresa de pesquisas de consumo Mindset/WGSN.

Brechós. A antropóloga estuda o consumo de segunda mão ou de peças vintage há dez anos e publicou uma tese a respeito do tema, O Passado Presente: um Estudo sobre o Consumo de Roupas de Brechó, já apresentada em três congressos. Ligia analisa as diferenças culturais que estão por trás do consumo em brechós no Brasil e em países como Noruega e Inglaterra. "Nesses lugares, a compra de vestuário de segunda mão é mais motivada por caridade, já que muitos brechós são ligados a instituições filantrópicas, e pela sustentabilidade. Os brasileiros pensam em moda e exclusividade, mas isso começa a mudar", diz Ligia.

A designer Nana Soma é uma das entusiastas do consumo de roupas de segunda mão. "Comecei a me interessar pelo tema depois que fiz um curso sobre os impactos ambientais da indústria da moda. Passei a rever meus hábitos de consumo e já participei até de bazares de troca de roupas entre amigas", diz ela, que mantém um blog na internet sobre o tema moda consciente.

Apesar dos esforços, ela observa que é difícil encontrar marcas de moda realmente comprometidas com a sustentabilidade e com preços acessíveis. "O jeito é comprar roupas e acessórios no brechó, pois essa ação contribui para reduzir o impacto socioambiental da cadeia produtiva da moda", analisa.

Formada em moda, Viviane Mello, dona da marca Ecológica, que produz sacolas retornáveis em tecidos como algodão orgânico e malha de garrafas PET recicladas, também passou a comprar em brechós para reduzir sua pegada ecológica. "Evito comprar nas redes de fast fashion porque sei que existem impactos na cadeia produtiva, como a exploração da mão de obra em países subdesenvolvidos. Não quero contribuir com isso", diz Viviane, que costuma comprar roupas em brechós e reformá-las.

Glossário
Segunda mão
Artigos - de vestuário, móveis, eletrodomésticos, livros - que foram usados e que retornam ao mercado, em bazares e lojas de usados.

Vintage
Termo em inglês usado para designar itens, especialmente roupas e acessórios, de uma determinada época. No ramo da moda, são consideradas vintage
roupas que são de pelo menos duas décadas atrás, ou seja, anteriores a 1990.

Fast fashion
Modo de produção que passou a dominar em redes de lojas de roupas a partir de 1990. O espaço entre desenho, produção e comercialização das peças é mais curto e mercadorias novas chegam às lojas todas as semanas, a preços acessíveis.


Por Andrea Vialli, no O Estado de S.Paulo

*Imagem: Getty Images

quarta-feira, 4 de agosto de 2010

É das redes sociais que elas gostam

Pesquisa apresentada pela consultoria norte-americana comScore indica que os sites de relacionamento, como Orkut e Facebook, têm um alcance maior entre as mulheres do que entre os homens. Em maio de 2010, 75,8% do público feminino na internet acessou redes sociais, contra 69,7% da audiência masculina.



No quesito tempo gasto online, elas também ganham. São 5,5 horas, em média, despendidas por mulheres a cada mês nas redes sociais, ante as quatro horas passadas pelos homens. De acordo com a pesquisa, o público feminino é responsável por 57% de todo o tempo gasto na internet em redes sociais.

Fonte: Zerohora.com

*Imagem Getty Images

quarta-feira, 21 de julho de 2010

Coisas em comum entre aviões e redes sociais

Estava num vôo de Buenos Aires para os Estados Unidos, lendo o The New York Times (de onde aliás tirei algumas estatísticas para este post), quando resolvi dividir com vocês, caros leitores, algumas novidades sobre redes sociais e… aviões!

Há algum tempo atrás – e não muito distante – era muito bom poder socializar nos lounges de aeroportos. Isso continua sendo possível, mas agora isto pode acontecer digitalmente e também durante um vôo.

Um bom número de passageiros que voa com freqüência já está usando seus telefones celulares para criar uma rede informal de viajantes. Um exemplo é o FlyerTalk.com, que criou aplicativos (adivinhem? Um GPS embutido!) que possibilitam a seus membros encontrar uns aos outros durante uma viagem, dividir táxis para o aeroporto, pedir ajuda e obter dicas locais ou simplesmente localizar um colega que esteja na mesma cidade.

Cada vez mais, um número maior de aeroportos e companhias aéreas (estas últimas, fora do Brasil, por enquanto) oferece redes Wi-Fi nos aeroportos e nos próprios vôos. Uma pesquisa feita recentemente pelo AIC (Airports Council International) com os 84 maiores aeroportos do mundo mostrou que 96% deles oferecem conexões Wi-Fi e 73% possibilitam conexões entre seus terminais. Dos que oferecem o serviço, 45% o fazem gratuitamente e o restante cobra cerca de US$8 por uma hora de acesso à rede. Mais de 10 companhias aéreas na América do Norte, como American Airlines, Delta e Southwest estão provendo acesso à Internet em seus aviões e outras companhias como a Lufthansa estão se preparando para oferecer a nova tecnologia para conectar seus passageiros em vôos transoceânicos. A Emirates já tem testado chamadas a 10 mil pés, mas isso continua proibido na grande maioria dos vôos e companhias aéreas. Sem dúvida isto é uma oportunidade de receita para as companhias aéreas, que nos Estados Unidos costumam cobrar entre US$5 e US$13 pela conexão Wi-Fi durante os vôos, e oportunidade também para as redes sociais e os desenvolvedores de aplicativos.

Só para se ter uma idéia do potencial, até o final de 2010, aproximadamente 1.200 rotas aéreas comerciais nos Estados Unidos vão oferecer Wi-Fi para seus passageiros. Se falamos comumente aqui no blog sobre tecnologia volátil, eis um exemplo claro, porque esta realidade era totalmente diferente até o ano passado.

E como os passageiros estão aderindo ao novo serviço? De acordo com a Virgin America, que capacitou toda sua frota com Internet, metade dos seus passageiros traz seus laptops a bordo e entre 17 e 20% deles permanecem online o tempo todo! Em vôos mais longos, 1/3 dos passageiros permanece conectado. Sim, caros leitores, em breve não estaremos mais livres do email chegando a toda hora no velho refúgio aeronáutico! E as possibilidades são infinitas, porque a própria Lufthansa consultou a FlyerTalk.com para desenvolver seu próprio produto digital, antes de oferecê-lo a seus passageiros. Vale a pena checar o FlyerTalk.com e descobrir por si mesmo como isto funciona. A Virgin America também está oferecendo um serviço chamado seat-to-seat messaging que, como o nome diz, possibilita a troca de mensagens a partir dos monitores individuais dos assentos.

A Internet a bordo é algo bacana e benéfico tanto para as companhias quanto para os passageiros. A própria Virgin comentou um caso de que um passageiro havia reclamado,durante um vôo, sobre a má qualidade do seu sanduíche, enviando um email para a ouvidoria da companhia. O pessoal em terra recebeu a mensagem e imediatamente enviou uma mensagem de volta para o avião, para que fosse oferecido ao passageiro uma segunda opção de refeição ou um substituto para o sanduíche em questão. Claro que o efeito negativo ao se lançar nas redes sociais também pode acontecer, especialmente em casos de má qualidade de atendimento, atrasos ou problemas técnicos durante o vôo.

Até imagino que, em breve, a explicação de segurança poderia ficar assim: “…esta aeronave está equipada com duas saídas à direita e cabos de conexão ao lado do seu assento. Para utilizar a conexão Wi-Fi, por favor, solicite à tripulação. Em caso de despressurização de cabine, sua conexão com a Internet será automaticamente interrompida”.

Se bem que, nestes casos, a última coisa que você vai pensar em usar, de fato, será a Internet! Boa-viagem!

Por Edmar Bulla, blog Sulfúrico.

*Imagem: reprodução

segunda-feira, 5 de julho de 2010

Para descontrair...


1- Um rapaz vai a uma farmácia e pergunta:
Tem preservativo? Minha namorada me convidou para jantar esta noite na casa dela.
O farmacêutico dá-lhe o preservativo e o jovem sai. De imediato, volta, dizendo:
Senhor, dê-me outro. A irmã da minha namorada é uma gostosona, vive cruzando as pernas na minha frente. Acho que também quer me dar...
O homem dá o preservativo ao jovem. Ele volta, dizendo:
Quero outro. A mãe da minha namorada também é boa pra caramba. A velha vive se insinuando, deve ser mal comida, e como eu hoje vou jantar lá na casa delas...
Chega a hora da comida e o rapaz está sentado à mesa com a namorada ao lado, a mãe e a irmã à frente. Neste instante entra o pai da namorada . O rapaz baixa imediatamente a cabeça, une as mãos e começa a rezar:
- Senhor, abençoa estes alimentos, blá,blá.. Damos graças por estes alimentos...
Passa-se um minuto e o rapaz continua de cabeça baixa rezando:
- Obrigado Senhor...blá,bla...
Passam-se cinco minutos : "
- Abençoa Senhor este pão... Todos se entreolham surpreendidos, e a namorada lhe diz ao ouvido:
-Meu amor, não sabia que eras tão religioso...
-E eu não sabia que o teu pai era farmacêutico!

Conclusão: Não comente os planos estratégicos da empresa com desconhecidos, porque essa confidência pode destruir a sua própria organização.


2- Um homem está entrando no chuveiro enquanto sua mulher acaba de sair e está se enxugando.
A campainha da porta toca. Depois de alguns segundos de discussão para ver quem iria atender a porta a mulher desiste, se enrola na toalha e desce as escadas..
Quando ela abre a porta, vê o vizinho Nestor em pé na soleira. Antes que ela possa dizer qualquer coisa, Nestor diz:
- Eu lhe dou 3.000 reais se você deixar cair esta toalha!
Depois de pensar por alguns segundos, a mulher deixa a toalha cair e fica nua. Nestor então entrega a ela os 3.000 reais prometidos e vai embora. Confusa, mas excitada com sua sorte, a mulher se enrola de novo na toalha e volta para o quarto.
Quando ela entra no quarto, o marido grita do chuveiro:
- Quem era?
- Era o Nestor, o vizinho da casa ao lado, diz ela.
- Ótimo! Ele lhe deu os 3.000 reais que ele estava me devendo?

Conclusão: Se você compartilha informações a tempo, pode prevenir exposições desnecessárias.

3- Um padre está dirigindo por uma estrada quando vê uma freira em pé, no acostamento.
Ele para e oferece carona. A freira aceita. Ela entra no carro, cruza as pernas revelando suas lindas pernas.
O padre se descontrola e quase bate com o carro. Depois de conseguir controlar o carro e evitar o acidente, ele não resiste e coloca a mão na perna da freira. A freira olha para ele e diz:
- Padre, lembre-se do Salmo 129! O padre, sem graça, se desculpa:
- Desculpe Irmã, a carne é fraca.... E tira a mão da perna da freira.
Mais uma vez a freira diz:
- Padre, lembre-se do Salmo 129!
Chegando ao seu destino a freira agradece e, com um sorriso enigmático, desce do carro e entra no convento.
Assim que chega à igreja o padre corre para as Escrituras para ler o Salmo 129, que diz:
'Vá em frente, persista, mais acima encontrarás a glória do paraíso'.

Conclusão: Se você não está bem informado sobre o seu trabalho, pode perder excelentes oportunidades.

4- Dois funcionários e o gerente de uma empresa saem para almoçar e na rua encontram uma antiga lâmpada a óleo.
Eles esfregam a lâmpada e de dentro dela sai um Gênio. O Gênio diz:
- Eu só posso conceder três desejos, então, concederei um a cada um de vocês!
- Eu primeiro, eu primeiro.' grita um dos funcionários... Eu quero estar nas Bahamas dirigindo um barco, sem ter nenhuma preocupação na vida ' ..
Pufff e ele foi ....
O outro funcionário se apressa a fazer o seu pedido:
- Eu quero estar no Havaí, com o amor da minha vida e um provimento interminável de piñas coladas!
Puff e ele se foi ....
- Agora você - diz o gênio para o gerente..
- Eu quero aqueles dois palhaços de volta ao escritório logo depois do almoço para uma reunião!

Conclusão: Deixe sempre o seu chefe falar primeiro.


5- Na África, todas as manhãs, o veadinho acorda sabendo que deverá conseguir correr mais do que o leão, se quiser se manter vivo.
Todas as manhãs o leão acorda sabendo que deverá correr mais do que o veadinho, se não quiser morrer de fome.

Conclusão: Não faz diferença se você é veadinho ou leão, quando o sol nascer, você tem que começar a correr...

6- Um corvo está sentado numa árvore o dia inteiro sem fazer nada
Um pequeno coelho vê o corvo e pergunta:
- 'Eu posso sentar como você e não fazer nada o dia inteiro?'
O corvo responde, sorrindo:
- 'Claro, porque não?'
O coelho senta no chão embaixo da árvore, e relaxa.
De repente uma raposa aparece e come o coelho.

Conclusão: Para ficar sentado sem fazer nada, você deve estar no topo.


7- Um fazendeiro resolve colher algumas frutas em sua propriedade, pega um balde vazio e segue rumo às árvores frutíferas.
No caminho ao passar por uma lagoa, ouve vozes femininas que provavelmente invadiram suas terras.
Ao se aproximar lentamente, observa várias belas garotas nuas se banhando na lagoa, quando elas percebem a sua presença, nadam até a parte mais profunda da lagoa e gritam:
- Nós não vamos sair daqui enquanto você não deixar de nos espiar e for embora.
O fazendeiro responde:
- Eu não vim aqui para espiar vocês, eu só vim alimentar os jacarés!

Conclusão: A criatividade é o que faz a diferença na hora de atingirmos nossos objetivos mais rapidamente.

sexta-feira, 4 de junho de 2010

Mickey Retado

O crescimento do Nordeste brasileiro chama atenção não só de turistas ávidos por praias paradisíacas, mas também de grandes empresas. É o caso da americana Walt Disney. A marca mundialmente conhecida pelo simpático camundongo busca ampliar sua participação no mercado nacional e, como estratégia, iniciou o processo pela região Nordeste.


Para aproximar-se do público local, chegou a máxima de criar versões do Mickey tipicamente nordestinas: tocando berimbau, vestindo trajes de capoeira e participando de um trio de forró. As releituras do personagem foram feitas por artistas da região e a compilação de todos deve gerar um manual de estilo que será seguido, especialmente na produção de licenciamentos para produtos locais.



A estratégia mostra que, mesmo à frente de uma grande marca, é preciso se adaptar a mercados locais, conhecer seus hábitos e costumes e interagir com eles. No Brasil tivemos um caso contrário a esta máxima. A Casas Bahia retirou-se do Rio Grande do Sul e segundo os principais jornais locais a empresa não obteve sucesso e nem simpatia do consumidor gaúcho com suas campanhas nacionais padronizadas. A pergunta que ficou no ar foi: será que a Casas Bahia se manteria no Rio Grande do Sul se trocasse o clássico cangaceiro por um gaudério pilchado a rigor? Ou alguma estratégia que incorporasse os costumes que são o orgulho dos gaúchos? Como saber?



O fato é que a maior empresa de entretenimento do mundo foi atraída pelo acelerado ritmo de crescimento da economia do Nordeste, superior à média nacional nos últimos anos, por uma ação desenvolvida exatamente com as Casas Bahia, que deveria seguir a linha do seu poderoso parceiro. A íntegra da matéria está no jornal Valor Econômico de 25 de maio deste ano.



Imagens: reprodução

quinta-feira, 20 de maio de 2010

Loja de Porto Alegre inaugura espaço sensual

Loja de Porto Alegre inaugura espaço sensual

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